Tchau, Oi
Em menos de um mês, com a lei da portabilidade, mais de 3000 usuários de telefone fixo da Oi em Salvador pediram transferência de operadora. Deram um tchauzinho para a Oi. É o fim da prisão. O fim da ditadura nas telecomunicações. Uma medida simples, que FHC não teve a coragem, nem a competência de implementar. Antes da portabilidade, apenas a Vésper (vendidada para a Embratel) havia se aventurado no ramo da telefonia fixa. Não havia concorrência, a Oi (antes Telemar) ditava o preço e as condições que queria. Uma indecência que começa a acabar.
GVT, TIM, Embratel e Nextel são as operadoras que estão chegando a Salvador. A Embratel já estava, com o Livre, mas sem oferecer acesso à internete rápida, que agora já oferece. Acho que as minhas dores estomacais vão cessar quando tiver que falar com a Oi. Já não sou mais sua prisioneira. Um bem-vindo às outras empresas e aplausos para todo e qualquer consumidor que exercer o seu direito de escolher a operadora que melhor lhe convier.
Está na hora do governo pensar numa mudança também no ramo de fornecimento de energia elétrica. Se foi possível nas telecomunicações, também será possível na energia. Não é razoável que sejamos obrigados a agüentar todo o desrespeito da Coelba que corta a luz, sem qualquer aviso. E também pensar num tratamento mais respeitoso por parte da Embasa, que não foi privatizada, porém, na conta d"água, temos que pagar uma taxa absurda da 80% de esgoto, por conta do Bahia Azul, e as caixas dos hidrômetros sequer são limpas pela companhia.
Se é tempo de liberdade, que ela seja ampla, geral e irrestrita.

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